Bruna Moraes

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Photoshoot do filme "Fallen" e a autora Lauren Kate
Antes da entrevista, eis um breve resuminho sobre o que se trata "Fallen":

O primogênito da saga foi lançado nos Estados Unidos em 8 de Dezembro de 2009. O livro tornou-se imediatamente um best-seller do The New York Times, entrando na lista dos mais vendidos na seção de livros infanto-juvenil, durante seis meses e duas semanas.

A trama conta a história de Lucinda Price, uma jovem de 17 anos que é acusada de assassinar seu ex companheiro e, por consequência de seus possíveis atos, acaba indo parar no reformatório Sword&Cross. No meio disso tudo, a garota sente uma forte ligação, literalmente, de outras vidas por Daniel Grigori, um anjo caído disfarçado de mortal. Ela também se envolve com o demônio Cameron Briel, e se depara com tantos outros anjos caídos no decorrer de sua estadia no reformatório. 

Mais seis livros compõem a história sombria de Lauren Kate, sendo eles: Tormenta, Paixão e Êxtase. Além de: Apaixonados, Anjos na Escuridão e o Livro de Cam. Sendo os últimos três, spin-offs da saga.

Capas da saga "Fallen"
Curiosidade: A moça das capas é uma brasileira! O nome dela é Fernanda Brussi e, além de ser modelo em alguns de seus trabalhos, é ela quem edita as imagens. 

Em entrevista, Fernanda conta como a equipe de Lauren descobriu o seu trabalho: 

"O contato ocorreu através de emails, a diretora de arte entrou em contato comigo para negociar o uso das imagens e no final deu tudo certo." Ela também comenta sobre a sensação de ter seu trabalho estampado nos livros. "É muito satisfatorio, é muito bom poder ver meu trabalho ilustrando as prateleiras e meus amigos a toda hora dizendo 'legal, vi sua capa hoje' em diversos lugares, até mesmo em livrarias de aeroportos ou de shoppings, por exemplo." 

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"Cam" "Lucinda" e "Daniel" / Foto: Divulgação
Como toda saga bem aceita pelo público, "Fallen" também se tornou uma adaptação cinematográfica. A saga estreou nas telas dos cinemas brasileiros no dia 8 de dezembro de 2016. Porém, este não teve um processo tão simples quanto aparenta, pelo contrário. Os “Fallenatics”, fãs da saga, ansiavam noticias sobre o filme desde 2009, ano em que a Disney anunciou ter comprado os direitos da franquia dos livros para adaptação. Desde 2009, até o lançamento oficial do filme, houve muito silencio, especulações, novidades e até mesmo falsos alarmes sobre um possível cancelamento. Mas, felizmente, tudo ocorreu bem, e os fãs puderam finalmente, ver seus personagens preferidos tomarem vida e forma na tela dos cinemas.

Sem mais delongas, a entrevista com Lauren Kate:

Há quanto tempo você escreve e o que te motivou a continuar?

LK: Eu tenho escrito há mais tempo do que posso me lembrar. Quando mais nova, eu desejava desesperadamente em me tornar uma bailarina, mas aos 15, me disseram que eu não tinha “o pé certo” para a dança. Depois disso, eu simplesmente liguei o “modo escritora” e não olhei mais para trás. Inclusive, devo um crédito especial a minha (super legal e intimidante) professora de Inglês da sétima série, Ms. Calloway. Para uma atividade, nós fomos designados a manter um diário durante o ano todo. Nós o finalizamos no fim do ano para que ela pudesse lê-los durante o verão e então, envia-los de volta para nós. Eu me lembro de estar muito nervosa para abrir a carta com suas anotações sobre todas as minhas muitas divagações sobre aquele ano. Em suma, ela me escreveu: ”Lauren, você é um enigma. Continue escrevendo.” Foi a parte do “enigma” que me pegou em cheio, eu tive que procurar por essa palavra no dicionário. A ideia de que eu poderia ser misteriosa para alguém, bem, para mim foi emocionante. Eu continuei escrevendo porque ela me disse para escrever, e porque as minhas palavras tinham provocado essa reação nela.

Quais são as suas maiores inspirações para escrever? 

LK: Romance e amor são a alma da minha inspiração. Eu acredito que esse sentimento é a força mais poderosa do universo. Quando eu estou considerando escrever novas historias, sou atraída pelas velhas e ricas historias em que eu posso inserir as mais variadas formas de amor.

Como a ideia de "Fallen" surgiu?

LK: Com "Fallen", eu queria escrever uma historia de amor que envolvesse mais do que apenas dois amantes. Quando eu encontrei o versículo de Genesis (6:1-4) que fala sobre anjos se apaixonando por mulheres mortais –onde implica que eles foram expulsos do céu por causa desse amor– eu simplesmente achei tão lindo o sacrifício que eles fizeram por amor. Eu sabia que essa poderia ser uma GRANDE história de amor. Então a personagem de Luce veio primeiro, e eu passei muito tempo pensando em como ela deveria ser a ponto de atrair a atenção de um anjo. A personagem de Daniel cresceu através dela, e o resto da história se desenvolveu através de seu amor.

Como foi o processo da escrita de "Fallen"?

LK: Eu escrevi três capítulos de "Fallen" antes de perceber o quão fundo eu estava mergulhando nessa coisa toda sobre anjos -e o quão pouco eu sabia sobre isso. Então eu parei de escrever e comecei a pesquisar- eu li absolutamente tudo que eu poderia sobre o Céu, Inferno, Anjos, Demônios, Bíblia, e em textos apócrifos como os livros de Enoque, também em pesquisa crítica e em ficção como o Paraíso Perdido. Poucos meses depois, quando reuni minha própria mitologia, sentei-me e escrevi o dia todo, quase todos os dias, por cerca de três meses. Foi uma agonia. Mas no final, tive meu primeiro rascunho.

Você já pensou em desistir em algum momento durante a sua carreira?

LK: Eu já senti muita vontade de desistir. Passei dez anos enviando meu trabalho e acumulando uma GRANDE pilha de cartas de rejeição. Recentemente, eu estava limpando um armário e encontrei uma caixa com 76 cartas de rejeição! Durante esse tempo, eu perdi a esperança e deixei de escrever pelo menos uma dúzia de vezes… mas um mês ou dois depois da minha “desistência” em relação a escrita, eu de alguma forma, me encontraria rastejando fora da cama para começar a digitar o primeiro parágrafo de uma história de um novo protagonista cuja voz não me deixava desistir.

Como foi a criação dos personagens (Fallen) ?

LK: Praticamente todos os meus personagens foram baseados em pessoas reais, com exceção do Daniel. A Luce é baseada na minha amiga mais próxima de muitos anos. Cam foi baseado no meu marido (sim, eu sou casada com um demônio). Arriane é uma mistura de varias amigas loucas que eu colecionei durante os anos. Daniel, por outro lado, é baseado em torno de Luce. Eu queria que seu personagem se encaixasse exatamente no personagem dela e crescesse enquanto ela crescia, para preencher os espaços vazios ao seu redor.

Como foi para você ver a sua criação tomar vida através do filme?

LK: Tudo sobre o filme tem sido incrível até agora. É difícil colocar em palavras como era mágico ver minha criação ganhar vida desta maneira. Eu estava nervosa sobre isso até o momento em que eu conheci o elenco em pessoa. Eu já tinha muita fé em Scott Hicks, o diretor, baseado em conversas que tivemos sobre o filme. E uma vez que eu estava no set, eu sabia que ia ser um filme brilhante.

Qual foi a sua reação ao ver o elenco principal escalado (Luce, Daniel e Cam)? 

LK: Na primeira vez que eu vi suas audições eu sabia que os atores seriam perfeitos. A química entre eles é impressionante e tangível. Addison (Luce), Jeremy (Daniel) e Harrison (Cam) são incríveis e eu sei que você vai concordar quando você vê-los na tela.


Se interessou pela história? Você pode encontrar a saga "Fallen" disponível nas maiores livrarias do Brasil! Aproveita para conferir o trailer do filme: 



Bruna Moraes

O cantor britânico Harry Styles, anunciou no dia 28 de abril, a sua turnê mundial intitulada Harry Styles Live On Tour, e para a tristeza dos fãs brasileiros, o Brasil não compõe a lista de 29 shows que serão realizados pelo artista.  
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Foto: Reprodução


Essa é a primeira vez que Harry se apresenta em turnê sem os companheiros da tão popular One Direction (que está em hiatus desde 2016). 



A setlist será composta pelas músicas de seu novo álbum de estréia denominado "Harry Styles", que será compartilhado com o mundo no dia 12 de maio. Segue anexo dos nomes das tão aguardadas canções:



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A divulgação de seu projeto teve inicio no dia 7 de abril, quando liberou o single "Sign Of The Times", que já alcançou o topo das mais ouvidas em 84 países, sendo o Brasil um deles. 



Ouça na íntegra: 





Na semana seguinte, Harry não só performou "Sign Of The Times" ao vivo, como também apresentou uma música inédita intitulada "Ever Since New York" no programa Saturday Night Live, onde pudemos sentir um gostinho do que está por vir nessa nova fase do cantor. Confira:



No dia 2 de maio, Harry surpreendeu os fãs ao publicar sua nova canção "Sweet Creature" nas plataformas digitais. No Twitter, o britânico escreveu: "'Sweet Creature está disponível agora. O álbum estará disponível em dez dias. Eu estou disponível sempre. Amo vocês". 


Faltam poucos dias para a data de estréia, mas enquanto ela não chega, você pode ouvir o conteúdo disponível: 💖 








Bruna Moraes

Coloridas, sombreadas, assimétricas e tribais. Esses são alguns exemplos dos mais diversos estilos de tatuagem existentes.
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"Looking good, lady" (Foto: Laurence King/REX Shutterstock)
O ato de colorir a pele com pigmentos de tinta é uma pratica executada ao redor do mundo há séculos. Mas, você sabia que nos primórdios do tempo, as pessoas buscavam “eternizar um rito de passagem”, ao invés de somente embelezar o corpo com esse tipo de arte?
Como, por exemplo: o nascimento, a chegada da adolescência, a transformação de um garoto em guerreiro, sacerdote ou monarca; a oficialização de um casório, sinais impressos nos prisioneiros. Enfim, tudo sempre fora muito ligado a um rito de passagem.
Na sociedade contemporânea, a tatuagem mais representa um estilo de vida, comportamento ou até mesmo de beleza, já que muitos as fazem por questões de estética.
Entretanto, não é o caso de Camila Rigo, paulista de 28 anos, que tem o corpo repleto de figuras icônicas e significativas, somando mais de trinta tatuagens no total.
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Camila Rigo/ Foto: Acervo pessoal
“Todas as minhas tatuagens tem um significado por trás, eu nunca fiz para as pessoas, foi sempre pensando em mim, nunca tive o intuito de “me aparecer” eu acredito que as chances de você se arrepender por fazer por estética são muito grandes, porque se você faz no calor do momento algo que está “na moda” e depois de um tempo isso perde a graça, você tem que lidar com isso a sua vida inteira.” Adverte.
Camila também conta que a sua maior motivação, foi o seu amor pela arte: “É uma forma de me expressar, eu sou uma pessoa muito fechada, e isso é até uma grande contradição porque, eu não gosto de ser notada, por exemplo, chegar aos lugares e todo mundo ficar me encarando, mas eu tinha essa necessidade de expor o que eu sinto. Eu vejo como uma forma de transmitir a mensagem que eu quero passar de mim para o mundo”.
Como é feita?
As tatuagens são feitas através da aplicação de tinta na região da pele conhecida como "derme", localizada logo abaixo da camada mais externa da pele, a "epiderme", a tinta é injetada através de agulhas finas.
Até pouco tempo atrás, esse procedimento não poderia ser revertido, porém, atualmente existe um procedimento a lazer que é capaz de remover a tinta na pele através de demoradas e dolorosas sessões. Porém, mesmo com a retirada a lazer, normalmente não é possível evitar a permanência de cicatrizes ou vestígios de coloração sobre a pele.
Entre as grandes variações de estilos de tatuagem, a mais significativa e popular, acaba sempre sendo a tribal. Esta que já foi muito praticada na Polinésia francesa no século XVI, foi descoberta pelo aventureiro inglês James Cook, responsável por introduzi-la no mundo ocidental. Nas ilhas, ela era conhecida como ‘tatau’, por causa do ruído provocado pelo contato da vara com o argueiro, utilizado para inserir os pigmentos na pele. Foi assim que a palavra "tattoo" ou "tatuagem", nasceu.
Mas o que seriam das tatuagens, sem um bom profissional por trás delas? 
Bruno Guilherme é tatuador na cidade de Tatuí, interior de São Paulo, e conta como começou a sua jornada nesse mundo artístico:
“Eu decidi virar tatuador porque, desde pequeno eu desenho. Eu sempre fui envolvido com a arte e por esse mesmo motivo, eu sempre tive vontade de fazer algo relacionado a isso na minha vida, mas eu acabei nunca tendo oportunidade de ganhar dinheiro em questão a isso. Trabalhei numa empresa durante dois anos e três meses, na parte de segurança do trabalho, algo em que eu não sentia prazer nenhum em fazer.”
Ele também conta que comprou seu primeiro equipamento escondido de seus pais: “Mesmo com eles dizendo que foi a pior coisa que eu fiz na vida, até hoje eu não me arrependo de ter comprado, foi a melhor escolha que eu fiz para mim”, afirma.
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"From Hell Tatto Studio"/ Foto: Bruno Guilherme
Não só na cidade de Tatuí, mas o ramo da tatuagem em si, é um mercado muito acirrado, que cresce cada vez mais a cada dia que passa, “todos os dias você encontra novos tatuadores fazendo trabalhos muito legais e outros nem tanto, para você ser um cara diferenciado é muito difícil, eu falo por mim, porque eu não tenho tanto tempo de experiência como alguns tatuadores aqui da cidade, mas você ter um bom atendimento, um preço legal, é bem como o trabalho de um garçom, você atende a pessoa de forma boa e ela sai satisfeita com o seu trabalho, com certeza ela vai querer voltar”.
Bruno se destaca por saber desenhar, não são muitos os tatuadores que conseguem entregar um desenho exclusivo para os seus clientes, e isso é sem duvidas, um grande diferencial.
“Tatuagem hoje para mim é tudo, é um estilo de vida, é o meu sustento. Quero viver minha vida inteira fazendo tatuagens e eu nunca vou me arrepender de ter escolhido seguir essa profissão.” Finaliza o tatuador.
Acreditava-se que através dessa forma de expressão, ou seja, através das tatuagens, era possível conquistar a proteção divina e definir a sorte da alma em sua esfera física e espiritual. Em suma, era um método de aproximação ao que chamamos de sagrado. Em meados de 2.000 a.C. os sacerdotes da Núbia, situado no vale do Rio Nilo, hoje compartilhada pelo Egito e pelo Sudão, já se era praticada a escarificação, que nada mais são do que incisões na pele.
Assim como no inicio do Cristianismo, quando os cristãos eram perseguidos, era bastante comum que eles tatuassem uma cruz, os caracteres IHS, peixes ou letras do alfabeto grego. Elas funcionavam como códigos secretos, que lhes permitiam reconhecimento mútuo. Entretanto, mais tarde a Igreja passou a condenar essa pratica.
Mercado de Trabalho
Apesar de parecer um discurso antiquado, a tatuagem, por mais popularizada que esteja atualmente, ainda é alvo de preconceitos, principalmente quando o assunto é mercado de trabalho.
“Eu trabalhava em uma loja onde alguns clientes não queriam ser atendidos por mim. Em entrevistas de emprego, muitos já não me chamaram por eu ter tatuagem, fico marginalizada”, relata a tatuada, Camila Rigo.
A hesitação de algumas empresas perante a contratação de um tatuado vem da associação automática a algo pejorativo, como vandalismo. Isso porque o histórico dessa prática só é reconhecido pelas passagens obscuras ao caminhar dos séculos. “Quem têm tatuagem é bandido” é um termo tristemente comum, acompanhado de: “é pecado”.
Porém, as áreas comunicativas costumam ser mais flexíveis no quesito tatuagem, por lidarem mais com o imaginário e com um público mais receptivo. Mas, não se deve esperar o mesmo tipo de receptividade das áreas de saúde, direito, finanças e engenharia. Estas, quando tolerantes, sugerem que a tatuagem não deva ser exposta no ambiente de trabalho.
Na justiça
Segundo o Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), há registros de condenações do Tribunal Superior do Trabalho (TST) a pagamento indenizações de R$ 30 mil, por danos morais a funcionários tatuados, rejeitados.
A coordenadora de treinamentos do Nube, Eva Buscoff, afirma que "todo e qualquer tipo de restrição infundada, com origem em preconceitos, rotulações e julgamentos é sinal claro de desrespeito com o próximo. Nesse sentido, não podemos concordar em eliminar um bom candidato utilizando, como critério de corte, sua tatuagem.’’
Mesmo com a expectativa de melhora com o passar dos anos em relação à tatuagem, é visível que o preconceito ainda prevalece. O que se espera, é que haja uma reeducação sobre o assunto em questão. Uma única pessoa não pode mudar isso, mas com o número crescente de pessoas tatuadas, ao menos, a questão do preconceito no âmbito de trabalho deve ser reconsiderada. E essa pratica, já tão antiga, tende a crescer mais e mais com o passar dos anos.
Bruna Moraes

Os fãs já podem comemorar, pois o canal televisivo MTV, em parceria com a rede a cabo da Viacom, anunciou no dia 27 de abril, um reboot para a 3ª Temporada da série slasher, Scream (adaptação televisiva da franquia sangrenta Pânico). Seis episódios já foram previamente anunciados, mas dessa vez, a série contará com um novo elenco e ambientação, além de novos profissionais para a realização do contexto criativo da série.

Divulgação
Queen Latifah, Shakim Compere e Yaneley Arty se juntarão a equipe como produtores executivos por meio da empresa Latifah’s Flavor Unit Entertainment. Harvey e Bob Weinstein continuaram com seus cargos de produtores executivos através da Dimension TV, tais como Tony DiSanto, Liz Gateley, Marianne Maddalena e Cathy Conrad.

Divulgação

Para os leigos, um reboot nada mais é do que uma nova versão de uma obra fictícia já existente. Isto é, o tema principal é reestruturado para que outra história, provinda da inicial, seja então contada.

Sinopse

A historia se passa na cidade fictícia de Lakewood, A lenda acerca dessa cidade é que, uma série de bullyings envolvendo o jovem Brandon James, resultou em assassinatos a sangue frio. Mesmo com o passar dos anos, a brutalidade e o mistério desse acontecimento sangrento continua intrigando os moradores de Lakewood e talvez tenha até, servido de inspiração para um novo serial killer.

A primeira temporada gira em torno da jovem Emma, que passa a ser perseguida por um misterioso assassino. Enquanto ela tenta descobrir a identidade do serial killer, ela precisa lidar com a perda de pessoas do seu ciclo social, além de novas descobertas a respeito do passado de sua mãe.





Enquanto Você Dorme

Bruna Moraes

Se você reside na cidade de Tatuí, é  provável que já tenha ouvido falar dos rumores acerca do Casarão dos Guedes ser um lugar mal assombrado. Mas se você não é de Tatuí, ou simplesmente não sabe nada a respeito do Casarão, eis a sua chance de conhecer.

Casarão dos Guedes/ Foto: Bruna Moraes
Antes de tudo, o Casarão chama atenção pela arquitetura antiga e bem estruturada, e apesar da tinta descascada, é possível imaginar que quando ele foi finalizado (em meados de 1800), era uma visão de tirar o folego de qualquer um que passasse por ele. Ficou curioso? Você ainda pode ter esse deslumbre ao vivo, caso resolva perambular pela Rua Nhônhô da Botica, localizada no centro da cidade.

Casarão dos Guedes/ Foto: Bruna Moraes
Mas, voltando ao que interessa, seria mesmo esse local mal assombrado? 

Nós não podemos descartar essa possibilidade, mas afinal de contas, a nossa imaginação é capaz de tudo, certo? Também é necessário enfatizar que, por Tatuí ser uma cidade pequena, as pessoas comentam, criam, replicam, é inevitável. Basta apenas uma boa dose de tédio misturada com criatividade e pronto, temos uma história para entreter e instigar crianças e adultos.

Quem nos dá um exemplo de uma, entre tantas outras histórias envolvendo o Casarão, é a Luana de Almeida, de 18 anos. Ela conta que cresceu ouvindo rumores sobre o local. “Diziam que os antigos donos mantinham escravos no porão e que, se você passasse por lá à noite, ouviria o som de correntes se arrastando”.

Já a aposentada de 78 anos, Cleide Ribeiro, diz que há uma mulher de branco que aparece na janela do ultimo andar. “Coisa antiga sempre tem assombração”, afirma.

Em frente ao Casarão, existe a antiga e inutilizada Companhia de Fiação e Tecelagem São Martinho, ou como os tatuianos chamam: Fábrica São Martinho. E sim, também existem lendas relacionadas a esse lugar. 
  
Fabrica São Martinho/ Foto: Bruna Moraes
Mas antes, acho interessante citar uma curiosidade verídica a respeito da Fabrica. Acontece, que ela foi a primeira indústria têxtil movida e energia elétrica do País e seus donos, Martinho e Manoel Guedes, segundo o jornal Estadão, hospedaram em seu casarão o imperador Pedro II. 
  
Enfim, de volta as lendas tatuianas: "Dizem que tem um túnel que conecta os dois lugares e que assim o dono do casão podia surpreender os empregados na fabrica, tem gente que diz que o túnel era pra prezar a segurança dos donos também." Comenta Pedro Augusto, de 23 anos. 
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Assombrados ou não, o Casarão e a Fabrica despertam curiosidade e encantamento nas pessoas que por ali passam, e além disso, ambos fazem parte do patrimônio histórico cultural da cidade, do qual não podemos deixar que caia no esquecimento. 

Brotherhood ensaiando. Foto: Thiago Oliveira.


Brotherhood é uma banda local, originada na cidade de Tatuí, interior de São Paulo. Ela é constituída por dois irmãos cheios de planos para um futuro brilhante no ramo da música, sendo eles Jones Campos, vocalista, e Vitor Calebe, responsável pelo violão e guitarra. 

Os irmãos se caracterizam no estilo musical "Folk", gênero que se originou nos Estados Unidos e Canadá em meados da década de 60, sendo inspiração para bandas famosas, como Mumford & Sons, Of Monsters and Men e The Lumineers.

E falando em inspiração, os tatuianos tem como referências internacionais bandas como The White Buffalo, Jack in Water, Ben Howard, Tom Odell, Vance Joy, entre outras. Mas as inspirações para eles não vem apenas de fora, os dois também têm grandes inspirações pelo Brasil, como Los Hermanos, Fresno, Visconde, Esteban e Rodrigo Amarante. Pensando em suas inspirações, ambos buscaram dar um nome à banda que fizesse jus ao gênero musical que aderiram, chegando à conclusão que “Brotherhood” cumpriria bem esse papel.

Jones Campos e Vitor Calebe relembram que começaram a tocar juntos desde muito cedo, mas foi apenas recentemente que decidiram tornar o projeto musical uma coisa séria e profissional. A dupla então, iniciou como tantas outras bandas, postando covers caseiros no YouTube. “Sempre cantamos juntos, seja em igreja ou onde for. A primeira vez que eu me lembro, foi para um público grande. Eu tinha apenas dois ou três anos, e Vitor três ou quatro. ” Conta Jones, responsável pelos vocais da dupla.

Jones Campos, vocalista da banda. Foto: Thiago Oliveira

Mas apesar de haver um canal no YouTube, e levarem o sonho a sério, os dois não definem uma periodicidade para atualização de covers. “Nós lançávamos covers filmados com o celular, mas um dia experimentamos gravar em um estúdio de verdade, e o resultado foi tão bom que não queremos mais gravar de um jeito amador. Pelo estúdio ser pago, os covers saem com menos frequência, mas o próximo lançado será da música Take Me To Church do cantor Hozier. Apenas não temos uma data definida ainda ”, informa Jones.

Além dos covers bem produzidos, os irmãos desenvolvem diversos pontos de seu projeto, como por exemplo, a produção de músicas autorais. Eles contam que já possuem duas, mas nenhuma está disponível ainda. “Uma já está sendo produzida. Ela fala sobre amor em várias metáforas” Afirma o vocalista.

Mas apesar de toda energia que os garotos depositam em seu sonho, não é segredo para ninguém o quão difícil é alcançar a fama no ramo musical dentro do Brasil, por isso os dois não querem fazer nada de forma apressada, mas sim, com qualidade. “É difícil colocar em prática já que todos os passos (dentro do ramo) são complicados. Nossa música, por exemplo, já está em processo de produção há meses. Mas, possivelmente esse ano nós vamos nos inscrever no Superstars.” Comentam sobre a possível inscrição no programa musical da emissora Globo, onde todos os anos, trazem talentos excepcionais de todo o país para se apresentar em rede nacional.

Vitor Calebe durante gravação. Foto: Thiago Oliveira

Após a produção de suas músicas, o próximo passo é produzir um vídeo clipe e começar a distribuir o trabalho para produtoras que possam se interessar pelo seu conteúdo. Podendo então, realizar um de seus maiores sonhos, que seria o lançamento de um EP.

Segundo Jones, o vídeo clipe já está a meio caminho andado. “O plano inicial era fazer com animações feitas por mim, já que desenho também, mas acabou que ganhamos a gravação por uma produtora, então vamos aproveitar essa oportunidade. Já temos bastantes ideias em mente de como será”.

Agora que você já os conhece um pouquinho melhor, não lhe faltam motivos para dar uma checada em Brotherhood, e ver o que o futuro aguarda para essa banda tão promissora. Para ouvir um dos seus covers, é só clicar no link abaixo.